Atenção, alunos! Não deixem para a última hora a confecção dos trabalhos do trimestre. Lembrem-se de que, até a data-limite, eles valem 10 pontos. Na aula seguinte, valem 7 pontos. Após isso, nada valem.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
TURMA 301 | Trabalho do 1º trimestre: Os sertões contemporâneos

1) Formar grupos de, no máximo, quatro alunos.
2) Ler ou informar-se sobre a obra ‘Os sertões’, de Euclides da Cunha, um clássico de nossa literatura.
3) Responder às perguntas:
a) Que momento histórico do Brasil é abordado na obra? Descreva-o.
b) Como o grupo descreve o personagem ‘Antônio Conselheiro’? Devem ser apontadas características psicológicas.
c) Por que o viver misterioso de ‘Antônio Conselheiro’ rodeou-o de prestígio?
d) Se o grupo fosse classificar ‘Antônio Conselheiro’, ele seria um vilão ou um salvador? Por quê?
e) ‘Os sertões’ foi escrito em 1902. Em 2012, essa obra pode ser considerada ultrapassada? Ou é ainda atual? Ainda temos ‘Antônios Conselheiros’ no Brasil? Por quê?
4) Atenção: se, para responder, algum trecho de livro ou site for utilizado, este deve ser devidamente citado com a fonte. Cópias sem identificação serão descartadas, lembrando que, neste trabalho, o importante é a visão crítica do grupo.
5) O trabalho deve ser entregue até 30/4/12, valendo 10 pontos. Se entregue na aula seguinte, vale 7 pontos. Após isso, nada vale.
TURMAS 201 E 202 | Trabalho do 1º trimestre: ‘Canção do exílio’ e textos-produto

1) Formar grupos de, no máximo, quatro alunos.
2) Ler as instruções a seguir e fazer o que se pede:
O poema ‘Canção do exílio’ foi criado em 1843 após a Independência de nosso país. Tornou-se rapidamente tão popular que muitos poetas contemporâneos de Gonçalves Dias e mesmo posteriores criaram textos-produto, isto é, textos elaborados a partir de um já existente. É uma forma de repensar um tema segundo um novo olhar.
Abaixo, há links de três textos inspirados no poema ‘Canção do exílio’. O grupo deve escolher um deles e compará-lo ao original, ou seja, ao escrito por Gonçalves Dias. O grupo pode apontar semelhanças e/ou diferenças em forma de texto, o qual deve ter de 20 a 30 linhas, ser digitado em letra Times New Roman, tamanho 14, com espaçamento de 1,5 entre as linhas.
a) ‘Nova canção do exílio’, de Carlos Drummond de Andrade:
http://www.ufrgs.br/proin/versao_1/exilio/index07.html
b) ‘Sabiá’, de Antônio Carlos Jobim e Chico Buarque de Holanda:
http://www.beakauffmann.com/mpb_s/sabia-1.html
c) ‘Canto de regresso à pátria’, de Oswald de Andrade:
http://www.releituras.com/oandrade_canto.asp
3) O trabalho deve ser entregue até 30/4/12, valendo 10 pontos. Se entregue na aula seguinte, vale 7 pontos. Após isso, nada vale.
TURMAS 101 E 102 | Trabalho do 1º trimestre: Comunicação

1) Formar grupos de, no máximo, quatro alunos.
2) Ler o trecho abaixo (de Juan E. D. Bordenave):
“A comunicação confunde-se com a própria vida. Temos tanta consciência de que comunicamos como de que respiramos ou andamos. Somente percebemos a sua essencial importância quando, por um acidente ou doença, perdemos a capacidade de nos comunicar”.
3) O grupo deve fazer uma dissertação, ou seja, um texto com quatro parágrafos (um de introdução, dois para desenvolvimento do assunto e um como conclusão) abordando os dizeres de Bordenave. Deve ter de 20 a 30 linhas e ser digitado em letra Times New Roman, tamanho 14, com espaçamento entre linhas de 1,5.
4) O trabalho deve ser entregue até 30/4/12, valendo 10 pontos. Se entregue na aula seguinte, vale 7 pontos. Após isso, nada vale.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
GREGÓRIA | Turmas decididas
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
GREGÓRIA | Contos escritos pelos alunos
Com isso, encerro as atividades deste blog neste ano. Volto a postar em 2012 agora. Tenham todas um ótimo Natal!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
GREGÓRIA | Adultério
Abner é um senhor que vive sozinho, rodeado de pensamentos um tanto quanto estranhos. Ele possui um distúrbio psicológico, vendo e conversando com pessoas que existiram no seu passado e que hoje não estão mais presentes em terra. Às vezes, até dando surtos de loucura, tentando mesmo se suicidar e assassinar pessoas próximas dele, influenciado por espíritos que tem em sua mente. Mas deixando de lado o distúrbio, a vida se torna uma beleza...
Por ter um passado muito difícil, Abner hoje possui uma imagem negativa do mundo em sua mente, criticando muito o avanço tecnológico que vem havendo, não gostando nada desta grande evolução no ramo da medicina; evolução esta que poderia ajudar o seu tratamento psicológico.
O fato de ser sozinho fez com que ele procurasse diversão em casas noturnas; gastando todo o seu dinheiro com mulheres da vida, ele apenas as procura para satisfazer seus desejos sexuais e, quando acaba seu dinheiro, volta para casa, e até que consiga dinheiro novamente, ele fica rodeado por seus espíritos. É assim que Abner vem levando a vida há mais de 30 anos, desde quando perdeu sua família em um acidente trágico.
Conto escrito pelos alunos Lucas e Rafael da turma 201
GREGÓRIA | O amor não mede fronteiras
Estudavam em uma escola Vitor e Geovana. Ela era uma menina rica, de família nobre, e vitor era um menino pobre, de família bem humilde. Eles, apesar da pouca idade, já sentiam um amor muito forte, capaz de superar qualquer barreira. Os dois sabiam que jamais a família de Geovana aceitaria o namoro dos dois, pois queriam para sua filha um namorado de família nobre.
Mesmo assim, eles seguiram em frente e, cada vez mais, aumentava o amor um pelo o outro; eles faziam passeios românticos a cavalo, iam aos bosques e faziam juras de amor eterno.
Até que um dia, um dos capatazes do pai de Geovana passava por uma praça, quando avistou os dois se beijando. Então, ele falou ao pai de Geovana, o coronel Augusto. O coronel ficou enfurecido e foi até á praça onde avistou sua filha com Vitor. Com muita fúria, arrancou Geovana dos braços de Vitor e a levou embora à força. Chegando em casa, ele falou que eles nunca mais iriam se ver, pois Geovana não era menina para Vitor.
Ele resolveu mandá-la morar com sua avó na Holanda, para mantê-la longe de Vitor. Então, começou o sofrimento...
Vitor ficou sabendo por uma amiga que Geovana tinha ido embora e não ia mais voltar. Assim ele se isolou do mundo; para ele, tudo era tristeza e solidão; para ele, nada mais importava já que não iria mais ver sua amada, nem sabia onde ela estava.
Geovana ficou muito desorientada sem Vitor e queria por todo o custo ele ao lado dela; ela não gostava da nova cidade e estava muito rebelde.
Os anos passaram, e eles não se esqueciam um do outro, até que Geovana juntou um dinheiro e voltou para a sua cidade à procura de Vitor. Chegando na cidade, ela não encontrou onde era a antiga casa dele, então, ela foi ao lugar onde eles, quando adolescentes, juraram amor eterno e lá avistou um belo rapaz que estava de cabeça baixa. Chegou perto e viu que era Vitor, que agora era um lindo homem. Eles se beijaram e se abraçaram. Casaram, tiveram filhos e foram muito felizes. O que prova que, quando o amor é verdadeiro, nem o tempo, nem a distancia destrói.
Conto escrito pelas alunas Pâmela, Patrícia e Tainá da turma 102
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
GREGÓRIA | Lembranças
Esta sou eu, deitada numa cama, adoentada e sem qualquer expectativa de melhorar. Acredito que seja um bom momento para contar minhas memórias. Alguém vai se interessar por ler? Dificilmente. Não tenho falsas esperanças. Mas me acalma poder fazer alguma coisa, por mais inútil e sem qualquer fundamento que pareça ser.
Então, o que devo falar sobre mim? Nasci no Rio de Janeiro, num bairro pobre e sem qualquer expectativa sobre minha vida. As pessoas me falavam que eu iria casar com um senhor que poderia ao menos me sustentar e que eu teria uma vida simples, mas agradável. Foi exatamente o que aconteceu.
Minha história não é das mais alegres, mas diga-me: hoje alguém tem uma história feliz? Dediquei minha vida a cuidar de meus filhos, que depois de um tempo sumiram atrás de alguma oferta duvidosa de dinheiro.
Mas tive bons momentos também, não sou uma pessoa tão amargurada quanto aparento. Um dia, há muito tempo, conheci o homem de meus sonhos. Deixe-me contar-lhe mais detalhadamente.
Era ainda uma moça e estava cheia de esperanças. Passeava pela praça quando o vi. Não lembro hoje mais como parecia, mas lembro que era exatamente como tinha sonhado. Fui falar com ele, sem qualquer escrúpulo.
Que pensava eu, ao ir falar tão ingenuamente com aquele homem? Ainda acreditava nas belezas do amor. Ele não apenas me ignorou como deixou bem claro que nunca trocaria uma palavra ou olhar comigo. Aquela foi a primeira e também a última vez que me apaixonei por alguém. Depois daquilo nada mais valia a pena, aquele homem tinha acabado com todas as ilusões que um dia tive.
Lembro que, naquele tempo, questionava a mim mesma constantemente: “Não devo ter nascido para isso, para uma vida tão pacata e comum como essa”. A verdade é que meu sonho sempre foi viajar, conhecer o mundo e as belezas do velho mundo, depois do oceano. Mas que se há de fazer? Esta foi a vida que me foi dada e, se por um acaso tentasse me desfazer dela, menos ainda conseguiria.
É triste e difícil lembrar de tudo isso, agora com essa idade. Tudo passou tão rapidamente, e a maioria daquelas pessoas, que se disseram tão importantes em minha vida, se foram também. Talvez, seja minha hora.
Sinto-me tão cansada agora, depois de contar todas essas coisas. Talvez, seja melhor descansar. Para sempre.
Conto escrito pelas alunas Betina, Brenda e Victória da turma 202
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
GREGÓRIA | Morto?
Joaquim, um senhor de meia idade, passava todos os dias em frente ao túmulo 101, para ir ao trabalho, sempre a se perguntar quem seria o dono do tal túmulo.
Certo dia, Joaquim, na volta do trabalho, foi parado por um velho de boa aparência, vestindo um terno preto. Joaquim, como era um homem de bom coração, parou e conversou com o velhinho; ao perceber que o velho se dirigia para perto do túmulo 101, Joaquim comparou a foto com ele e viu que ambos eram iguais. Joaquim, então, saiu correndo, mesmo que seu coração dissesse para permanecer.
No dia seguinte, Joaquim encontrou novamente o velho, que acabou explicando que era irmão gêmeo do dono do túmulo 101. Ao se despedir de Joaquim, o velho o entregou um anel e disse que pertencia a seu irmão, que era muito valioso, que era para ajudar Joaquim a ter uma vida melhor e desapareceu na neblina da noite.
Joaquim, ao chegar a sua casa, mostrou o presente à esposa e explicou toda a história. Ela, por sua vez, achou que o marido estava enlouquecendo, pois o homem do túmulo 101 era sozinho na vida, muito ganancioso e filho único...
Conto escrito pelas alunas Ana Carolina, Dieine e Karla da turma 201
